Foto: Divulgação/Sauer

Em uma das coleções mais emblemáticas da história da marca, Stephanie Wenk recriou clássicos da Sauer para celebrar os 80 anos da marca. Stephanie, diretora criativa da grife, redesenhou a pulseira Luna (1992) e a Tahiti (2002), o anel Constellation (1966) e o colar Fireworks (2000). Já as rivieras foram desenhadas com formatos de pedras diferentes e a marca mesclou o uso de gemas brasileiras – continuando o legado de Jules Sauer, fundador da label – com pedras de outros lugares do mundo, criando uma coleção sem fronteiras em todos os sentidos. 


Foto: Colar “Augusta”, em ouro amarelo 18k e esmeralda – Divulgação/Sauer

As gemas não passam por tratamento – como costuma acontecer na indústria para realçar a beleza das pedras -, o que torna a coleção ainda mais especial. O destaque não poderia ser de outra pedra preciosa se não a esmeralda, já que a Sauer retirou dos seus cofres uma esmeralda bruta de meio quilo que havia sido adquirida em Minas Gerais há algumas décadas e que os artesãos da casa transformaram em 200 quilates de pedras que emocionam pela cor, qualidade, pureza e brilho. A maior delas, com 30 quilates e lapidação antique, é a estrela do colar minimalista “Vera”, que foi desenhado para dar ainda mais destaque para tamanha preciosidade. 


Foto: Colar “Vera”, em ouro amarelo 18k e esmeralda de 30 quilates com lapidação antique. – Divulgação/Sauer

E 2021 também é o ano que a Sauer comemora 5 anos desde que passou a usar ouro reciclado em suas joias, ação que faz parte do compromisso da marca em adotar processos mais sustentáveis. 


Foto: Divulgação/Sauer

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